2008/02/21

“Surto de Preguicite”

Fomos atacados por um surto de preguicite na nossa alcateia, de modo que nos termos ausentado da blogosfera, estamos bem e já passou, estamos de regresso.
Após um início de ano que não foi com o pé direito podemos afirmar que estamos numa boa fase.
Iniciamos a nossa “luta” diária e estamos a cumprir os nossos horários á risca de segunda a sábado. Temos um progresso terapêutico na minha opinião (todos os elementos da equipa partilham da mesma ideia) muito bem equilibrado. Estamos a trabalhar na medida certa e o tempo correcto, no caso da lobita a continuidade terapêutica que eu trabalho diariamente é muito importante, penso que me estou a tornar “uma especialista em desenvolvimento infantil”, de igual modo que a maioria das mães e pais que conheço aqui na blogosfera.
O amor pelos nossos filhos é mesmo isto, é in
condicional, é ilimitado, fazemos tudo por eles, mas também sou da opinião que este dom de amar assim não é “para todos”, não tendo isto nada a ver com necessidades especiais. Conheço alguns pais que só o são (pais) talvez por uma questão social e que uma vida inteira não será suficiente para entenderem esta capacidade de amar, estranho é que quanto maior o grau académico maior é também o egoísmo tenho verificado isto com pessoas que conheço, nem todos são assim e ainda bem.
É tão bom ver os nossos filhos felizes, viva viva (diz a lobita quando está muito contente).
Amo-te muito
Minha filha linda
Viva Viva

10 comentários:

Amor Cibernetico disse...

Diz Carlos Drummond de Andrade: "A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."


Kiss
Mamã Sofia

http://partilharombroamigo.blogspot.com/

Maria disse...

Bonito o teu conceito de paternidade/maternidade, bem observado que todas as crianças são especiais quando as tratamos à sua medida, todos os filhos são únicos e preciosos quando lhes dedicamos a atenção que merecem. Nem todos os crescidos sabem ter filhos com o coração...

Beijinhos (feliz por estarem de volta).

Grilinha disse...

Privas-nos tanto tempo destas tuas partilhas, amiga?

Adorei, adorei....e concordo...

Tentei falar contigo para saber a morada, mas não consegui. Manda-me um SMS, pois quero mandar-te aquilo.

Um beijo grande

smeagol disse...

Adorei,mas discordo em algumas referencias...não sou mãe,mas sou tia!Não sou mãe,por opção convicta de vida,de maneira de estar,mas sou Tia,orgulhosa, Tia,de 6 sobrinhos "oficiais" e de mais dois,que a vida teve a generosidade de por na minha vida!
Quanto aos "oficiais",só não os carreguei no ventre,de resto fiz e faço tudo o que uma mãe fez e faz,pelos seus filhos...fraldas,noites,mal dormidas,muitos sustos nos hospitais,muitas alegrias também,muitas horas de babysitting,muitas preocupações,etc etc etc e sobretudo muito amor,incondicional também!Amor,assumido,sem vergonha,na alegria com que me retribuem todo este percurso ao lado deles...quanto ao grau académico...esse nao tem nada a ver,querida amiga,que se há coisa que não se quantifica ,seja de que forma for,é a estupidez humana!Esses,que não sabem,ou que nao querem saber,jamais sentiram a genuina felicidade de partilhar um olá Tia,ou o abraço terno da felicidade de uma criança! viva viva,também,a genuina forma de amor,que se chama amizade!viva viva,por estarem,na minha vida.amo-vos.

Cristina disse...

Os Bem-vinda de novo.

Concordo inteiramente com o que dizes! Vejo tantos exemplos de pais que arranjam mil e uma desculpas para não estarem com os filhos. Estes são depositados ou nos colégios ou nos avós. Como só sobram pouquinhas horas para estar com os filhos não se vão chatear com eles (querem tempo de descanso) por isso optam pela estratégia "Faz o que te apetecer que eu não me vou aborrecer a ralhar ou a educar pois não vou desperdiçar o pouco tempo que tenho contigo a ralhar." Depois como lá no fundo o remorso aparece tentam "compensar" (não compensa nada) dando-lhes todos os brinquedos e bens materiais que eles pedem.

Tenho observado muitos casos assim em níveis socioeconómicos elevados e em pessoas com graus académicos elevados isso também é um facto.

Considero que educar uma criança é a maior responsabilidade que podemos ter na vida (incomparavelmente maior que qualquer emprego por mais importante que seja) por isso essa deve ser a nossa prioridade e ao educar uma criança equilibrada que se tornará com certeza um adulto equilibrado, com sentido se justiça e de respeito pelo próximo estamos a dar a melhor contribuição que podíamos dar à sociedade.


Cristina
http://blogs.clubedospais.pt/ccsantos

Carlos Barros disse...

Há que juntar os nossos pensamentos numa "alcateia" de vontades.
beijo

paidopedro disse...

tiro certeiro lobita. todo o amor que damos nos será devolvido a dobrar. é bom ler-vos novamente. e é bom que as coisas estão a correr bem e com força por aí.

beijos para a alcateia.

gaiatA disse...

Ainda bem que estão de v0lta e c0m c0isas b0as a ac0ntecerem.

Muita f0rça.
Mil beijinhOs*

Maguy disse...

Olá!!!!

Bem vinda novamente. Já estava com saudades de vos ler.

Beijinhos grandes
Maguy+Gu+Raul

Vanessa disse...

Ainda bem que estou de volta. Já andava preocupada por não saber notícias vossas.

Quanto ao que escreveste, concordo em tudo. É bom relembrar que os nossos filhos se tornão espelho do que lhes ensinamos.

Beijos grandes